7 Tendências Marketing Digital 2018

As tendências são baseadas em pesquisas realizadas pela Escola de Negócios Digitais. Uma área de conhecimento cada vez mais profissionalizada, o Marketing Digital vem se tornando um instrumento poderoso para empresas de qualquer porte obterem resultados em seus negócios.

Como gerar leads: 15 passos para o sucesso

Você deseja ter um negócio de sucesso investindo em marketing digital? Então, você precisa gerar leads. De preferência gerar muitos deles.

Sabe aquelas pessoas que demostram real interesse pelo que a sua empresa oferece?

Sim, elas são os tais leads ou potenciais clientes. É a partir deles que a sua marca obtém uma rede de contatos qualificados, guia pessoas a conversões (compras ou adesões), amplia relacionamentos e consegue divulgadores orgânicos para a empresa.

Atualmente, não há como fugir,: acessar a internet por diversos dispositivos ocupa uma parte cada vez maior do dia a dia das pessoas e o sucesso das marcas está diretamente ligado a sua atuação no mundo virtual. Por isto, neste cenário, nada acontece sem a geração de leads.

Há diversas maneiras de obter leads. Neste post selecionamos 15 passos efetivos de como gerar leads:

1. Ofereça informação
Eu sei que você deve estar pensando “nossa, que dica óbvia!”.

Mas não se precipite – vamos chegar a alguns pontos deste passo que você deve prestar atenção nas suas estratégias.

Vamos supor que você já tenha ouvido falar da regra básica de marketing digital: “Conteúdo é tudo”.

Sim, tudo parte de um bom investimento em conteúdo qualificado, suficientemente interessante para direcionar e engajar pessoas. Agora que tiramos essa regra base do caminho sem gastar uma dica, voltemos ao primeiro passo: Oferecer informações. Mas como fazer isto corretamente?

Neste primeiro momento você quer atrair novos leads e deve considerar que no topo do processo decisório de um potencial consumidor está o “information stage” (estágio da informação).

Nesta etapa, o consumidor não deseja receber conteúdos sobre o seu produto ou serviço. Ele quer compreender melhor sobre os seus próprios anseios, o seu problema de consumo e como pode solucioná-lo. Oferecer conteúdo de qualidade para seus leitores nessa etapa é uma ótima maneira de conseguir novos leads que se interessam por algum de seus materiais.

É aí que aparece um grande erro das marcas: ligar demais as informações oferecidas aos seus produtos, ofertas e outros. Em um estágio tão embrionário da relação com o potencial cliente, este tipo de comportamento da empresa afasta pessoas, ao invés de atrai-las.

Produzir conteúdo apenas com foco em obter novos clientes não é recomendado. Dê conselhos, dicas, assistência, guias sobre o problema que seu leitor está passando, não sobre o seu produto ou serviço. Vão existir oportunidades mais na frente do processo decisório (fase da consideração) para que você faça isso e alcance a tão sonhada conversão do lead em cliente.

Buscar gerar e nutrir leads até a efetivação de vendas é um processo mais demorado, de médio e longo prazo, mas que vai gerar mais retorno no futuro.

2. Encontre quem está fazendo perguntas
Não adianta oferecer informações se as pessoas não encontrarem os conteúdos que você disponibiliza. Que tal ser proativo e buscar pelas pessoas que estão perguntando sobre o seu segmento de mercado?

As pessoas gostam de receber atenção e tendem a apreciar quem demonstra cuidado com os seus anseios.

Por isto, estabeleça meios para encontrar pessoas que desejam obter conhecimentos relacionados ao seu negócio.

Neste sentido, a internet é altamente mensurável e há diversas ferramentas e recursos para encontrar “quem está fazendo perguntas sobre a sua área de atuação”. Monitore e crie alertas para palavras-chave do seu segmento, menções do nicho, question marks etc.

Exemplificando: a marca de hotéis Hilton criou um dos melhores cases para demonstrar como esse passo pode funcionar. A iniciativa @HiltonSuggests foi uma ação da marca no Twitter para dar sugestões e respostas rápidas a pessoas na rede fazendo perguntas sobre cidades onde havia um hotel da empresa.

Essa é uma forma de interagir amigavelmente, atraindo e criando conexões das pessoas com a sua marca.

3. Otimize todos os seus conteúdos: invista em SEO, SEM e CPC
Na internet uma coisa é certa: as pessoas vão recorrer ao Google!

E para direcionar o tráfego e gerar leads é preciso ter relevância nos buscadores investindo em ferramentas e conceitos de direcionamento de tráfego.

O custo de CPC (custo por click) e de SEO (search engine optimization) deve ser adequado ao tamanho e objetivo da sua empresa, sendo efetivos para a geração de leads.

Para conseguir maior sucesso nestas estratégias, faça pesquisas de termos e busque identificar palavras-chaves próprias do seu segmento e específicas do seu negócio.

4. Crie um mix adequado ao seu negócio
Sim! Há milhares de formas de gerar leads, como falamos no inicio do texto. Mas isto não quer dizer que todas são adequadas ao seu negócio. Seja ele B2B ou B2C, há uma série de formatos e ferramentas ideais para um, que podem não funcionar para o outro.

Portanto, você não deve cair na tentação de investir em tudo que está na moda. É necessário avaliar o seu negócio, os recursos e objetivos da empresa e pesquisar quais são as melhores opções para o seu segmento.

Uma boa estratégia para gerar leads deve contemplar um mix diversificado de ferramentas (SEO, CPC…), plataformas (redes sociais, sites, portais…) e formatos (ebooks, vídeos, infográficos e outros), mas sem exageros que causem o desperdício de recursos.

Por exemplo: para um produto com grande apelo visual é interessante investir em redes sociais como Instagram e Pinterest. Para empresas B2B a rede social LinkedIn é a que oferece maiores taxas de retorno e geração de leads.

5. Crie um Blog
O blog é uma das melhores e mais efetivas ferramentas para gerar leads. Por natureza o blog é segmentado e deve mostrar a voz da sua marca de forma leve e com uma frequência que facilite aos leitores acompanhar seu conteúdo.

Novamente, a linguagem das postagens não deve ser de oferta de produtos, mas sim relacionando os textos a possíveis problemas ou oportunidades que um potencial consumidor possa se situar ou identificar durante a leitura.

Um blog gera fãs que tendem a acompanhar as marcas mais autênticas e ser uma fonte para criar um bom mailing. Por isto, tenha no blog uma seção para assinaturas ou cadastros. Além de informações da marca (logos, produtos, links…) nas laterais, cabeçalho e rodapé do blog.

6. Crie infográficos
Eles são altamente compartilhados, fáceis de entender e atrativos para os olhos. Com imagens e dados relevantes, este é um formato rico para atrair a atenção das pessoas e leva-las a buscar mais dados no seu site.

Os infográficos devem ser criativos – mesmo nos segmentos mais formais – e ter design adequado ao negócio e identidade visual da marca ou da campanha.

Não se esqueça de posicionar bem o logo da marca no infográfico e ter um link para o site da empresa ou outro conteúdo oferecido pela empresa (um blog, landing page…).

7. Aposte em formatos visuais: vídeos e imagens
Por falta de outra expressão melhor, nunca falha dizer que “uma imagem vale mais do que mil palavras”.

Vídeos e imagens estão entre os conteúdos mais acessados nas redes, com índices de compartilhamento, engajamento e aceitação altíssimos.

Por isto, qualquer estratégia para atrair tráfego e gerar leads deve contemplar estes formatos. Neste sentido, o importante é pensar numa identidade visual coerente e que possa ser usada em diversas plataformas e formatos, para criar identificação e o reconhecimento mais fácil e intuitivo da marca na navegação que os usuários fazem pelos conteúdos oferecidos.

Os vídeos podem ser: webinars, entrevistas, vídeo aulas, demonstrações de uso do produto, um anúncio e outras. E as imagens: fotos e infográficos são as que fazem mais sucesso na rede. Opções não faltam.

8. Use o Twitter
O Twitter é uma excelente plataforma para geração de leads, além de ser uma rede social adequada para quase todos os segmentos. Através da plataforma é possível interagir com pessoas de forma objetiva e simples e seguir e ser seguido por influenciadores do seu seguimento, agregando valor a marca. Crie ações com hashtags e gere discussões e interações em tempo real.

O Twitter costuma ser uma plataforma que direciona um usuário para outros conteúdos mais densos da marca. Considere formas ou ações para levar usuários a visitas para o seu site, através de postagens no Twitter.

9. Aposte em webinars
Os webinars, palestras ou seminários online são um formato em expansão que gera grande empatia entre potenciais clientes e a marca, por se tratar do compartilhamento de expertise da empresa com o seu público.

Para participar – normalmente – o visitante tem que preencher o cadastro, por isso essa é uma excelente forma de gerar leads e criar uma rede qualificada de contatos.

Há diversas ferramentas de transmissão destes eventos e a empresa pode (e deve) considerar fazer webinars seriados, que possam ser acompanhados pelos consumidores e compartilhados através de redes sociais ou outras plataformas.

Ao final de cada palestra, a marca deve divulgar informações de contato e direcionar o lead para outro conteúdo (ebook, site…), relacionadas a outras etapas da jornada de consumo.

10. Disponibilize ebooks
É um formato usado mais para B2B, mas pode ser uma opção em estratégias para gerar leads de B2C também.

O ebook tem um conteúdo mais profundo sobre um assunto ligado ao segmento da marca, demonstrando expertise da empresa, credibilidade e percepção de valor.

Por ser disponibilizado para download – em geral – em uma landing page mediante preenchimento de cadastro, o ebook fica como um dos formatos mais efetivos para gerar leads.

11. Faça dos clientes felizes seus melhores amigos
Um consumidor feliz é a melhor propaganda que uma marca pode ter na rede para gerar leads e futuros clientes.

As pessoas tendem a acreditar e buscar informações com pessoas que já tiveram uma experiência com a marca e seus produtos ou serviços, reconhecendo suas necessidades e possíveis soluções para os seus problemas, a partir de relatos que um consumidor faz.

Um lead gerado a partir de uma recomendação de um conhecido é extremamente qualificado e mais propenso a realizar compras.

Por isto, mantenha uma relação constante e realize o feedback das suas vendas. Essa será uma maneira de demostrar interesse e preocupação para os seus clientes, criar maiores laços no relacionamento, identificar problemas do seu produto ou serviço, incentivar outras compras e, finalmente, engajar o cliente a ser um divulgador da marca que poderá auxiliar a empresa a gerar mais leads para futuras vendas.

12. Dê atenção especial às informações de contato da empresa
Não há como prever para que página do site, postagem ou conteúdo disponibilizado pela sua empresa um determinado usuário da rede será direcionado em uma pesquisa. Por isto, é importante ter em todas as páginas do site informações básicas de contato com a instituição (e-mail e outros), no rodapé de publicações (ebooks, por exemplo), sempre de acordo com o formato de cada conteúdo.

Esse tipo de comportamento da marca passa credibilidade e aumenta a possibilidade que um lead faça contato para obter mais informações, tirar dúvidas e outros.

13. Deixe os formulários sempre à vista
Formulários ou cadastros são as portas geradoras de leads. É através do preenchimento destes que um visitante se torna um lead e demonstra que é um real interessado pelas informações que você disponibilizou. Assim, você tem acesso aos dados de contato para nutrir esse lead até a sua conversão em cliente.

No entanto, para que isso aconteça, é necessário deixar claro e visível (bem posicionado no site, blog e outras plataformas) que você deseja obter certos dados deste visitante e que ele terá benefícios (maiores informações, acesso a outros conteúdos etc) com o preenchimento do formulário. Ou seja: este é um processo de troca.

14. Link Building, cross-promotions e co-marketing
Considere criar parcerias com segmentos complementares ao seu negócio – que não sejam competitivos com ele – ou incentivar uma rede de divulgadores de links dos seus conteúdos, fazendo uma estratégia eficaz de Link Building.

Esse tipo de ação irá aumentar a autoridade da marca na rede e relevância para os buscadores, melhorando o seu posicionamento nas pesquisas e direcionando maior tráfego para os seus conteúdos na rede.

Além disto, o relacionamento com parceiros (o co-marketing e cross-promotion) serve para aumentar a exposição da empresa, agregar valor a produtos e serviços, criar conteúdos que tratam de questões comuns aos parceiros, trocar experiências e contatos já existentes.

15. CTA
Não subestime o Call to Action (CTA).

Cada conteúdo criado e disponibilizado pela empresa deve ser pensando dentro de estratégias que atraiam potenciais consumidores e os guiem no processo decisório. Assim, o CTA é essencial para levar um visitante a se tornar um lead (fornecendo dados de contato através de formulário ou outro)e deve ser adequado ao conteúdo, direcionando os usuários.

Exemplificando: em uma postagem de blog o CTA pode levar o usuário a ler outros conteúdos relacionados. Em um site, para assinar a newsletter. Numa Landing Page, para preencher o cadastro e ter acesso a um ebook, entre outras possibilidades.

Fonte: texto extraído do site https://marketingdeconteudo.com, da empresa Rock Content.

Por que pensam que o e-mail marketing não funciona?

Talvez seja baseada na forma em que se enviavam os e-mails antigamente, uma primeira geração que chamamos de 1.0. Antes, acreditava-se que quanto mais e-mails disparados, maiores eram as suas chances de resultados. Ou seja, o importante numa campanha era enviar indiscriminadamente uma mensagem a um grupo grande de contatos, sem levar em consideração fatores fundamentais do seu público-alvo como gênero, perfil, entre outras características personalizadas. Funcionava assim porque o propósito era estabelecer uma comunicação unilateral, onde o objetivo real era apenas levar ao maior número de pessoas a promoção de um produto ou mensagem institucional. Esse modelo, apesar de ultrapassado, ainda é utilizado por algumas empresas.

Atualmente, esse tipo de abordagem caiu em desuso. As pessoas se tornaram dinâmicas, instantâneas, multimídias, prezam pela individualidade e segundo dados da HubSpot Academy, 91% dos consumidores checam seu e-mail diariamente. E desses, 25% o fazem através de um smartphone.

Nesse mundo interativo e repleto de informações, com vários de e-mails chegando cada hora (em um ano, cerca de 838 milhões de e-mails são disparados, uma média de 2 milhões cada dia!), a forma de interagir com o SEU público através do correio eletrônico mudou. Se o conteúdo oferecido nesse canal não for altamente personalizado para aumentar o nível de engajamento, o sucesso da sua estratégia pode ser realmente comprometido.

A segmentação passa a ser o motor propulsor da segunda geração do Email marketing, pois através deste trabalho, será possível direcionar conteúdos e promoções de forma personalizada para cada nicho atendido pela empresa. Grupos de contatos segmentados por idade, gênero, cidades, entre outros, serão determinantes para o sucesso de uma estratégia 2.0.

Outros dois fatores característicos do E-mail Marketing 2.0 é a difusão de conteúdo informativo e a integração com as mídias sociais, pois trata-se da necessidade de aproximar a empresa do público, e este relacionamento pode ser realizado através dos canais sociais e de conteúdo relevante.

Em suma, a estratégia de e-mail marketing sofreu uma evolução, pois deixou de ser uma ferramenta, cuja finalidade era apenas enviar uma mensagem para várias pessoas, e passou a ser uma ferramenta para envios segmentados e relevantes. As pessoas não têm tempo a perder, portanto, cabem às empresas se comunicar de forma significativa com cada uma delas.

Fonte: texto extraído do e-book Guia definitivo do Marketing Digital para micro e pequenas empresas, do SEBRAE-SC.

Nem todos os clientes são iguais

Na maioria das vezes, o que está visível em um iceberg é a pontinha que fica para fora da água. Na pontinha, a gente tem o nosso primeiro tipo de cliente, e geralmente você e a sua concorrência estão todos buscando convertê-lo. Mas que tipo de cliente é esse?

Cliente super motivado (CSM)

O CSM tem duas grandes vantagens:
– Ele sabe que precisa do seu produto;
– Ele está procurando pelo seu produto.

Para esse cliente, tudo o que você precisa fazer é apresentar a sua oferta na frente dele. Não precisa nem ser elaborada, é só falar o que você vende, quanto custa e como ele faz para comprar.

Isso exige o mínimo de estratégia e esforço e é exatamente por isso que a pontinha do iceberg é onde a grande maioria das empresas e das marcas atua. Logo, é aí que você terá toda a sua concorrência disputando esses clientes com você. O que vai acontecer é que você acaba tendo que brigar por preço com a sua concorrência e consequentemente tende a diminuir a margem de lucro do seu negócio.

Assim, o CSM acaba apresentando duas desvantagens:
1. Alta concorrência;
2. Pequena amplitude de mercado (você vai entender melhor essa ideia nos próximos tipos de cliente).

Por isso, se você está em um mercado no qual a concorrência ainda está muito baixa por esse tipo de cliente, começar por ele é melhor coisa que você pode fazer. Agora, se a concorrência está muito grande ou se você acredita que já esgotou essa fatia do mercado e ainda deseja crescer suas vendas, você vai querer aprender algumas técnicas de mergulho para poder ir um pouco mais fundo nesse iceberg em direção ao segundo tipo de cliente.

Cliente levemente motivado (CLM)

Qual é a característica do CLM?
– Ele sabe que precisa do seu produto, mas está procrastinando (não está procurando pelo seu produto).

Como você já deve saber, o ser humano é procrastinador por natureza. Logo, segundo a minha experiência, para cada pessoa que venceu a procrastinação, ou seja, para cada CSM, existem pelo menos outras 20 que ainda estão procrastinando, ou seja, 20 CLM.

Quer ver só um exemplo? Quando foi a última vez que você entregou a sua declaração de imposto de renda 3 meses antes de acabar o prazo?

Voltando aos nossos tipos de cliente, isso faz com que essa segunda fatia do mercado seja 20 vezes maior que a primeira fatia (segundo a minha experiência). A sacada é que as técnicas para atingir esse segundo tipo de cliente são diferentes das que se usa para atingir o primeiro tipo.

Lembra do nosso iceberg? Então, é como se a área dele fosse 20 vezes maior do que a pontinha do iceberg e, para atingir esse cliente, você precisaria aprender algumas técnicas de mergulho, teria que ter uma máscara, roupa especial para aguentar o frio, etc.

E quais são as técnicas para atingir esse tipo de cliente? Eu vou mostrar essas técnicas mais para frente nesse livro, mas eu já adianto que são técnicas simples, porém não são técnicas fáceis.

Ficou confuso?

Vou explicar melhor.

Imagina que alguém queira treinar para correr uma maratona. Isso é algo simples (existem inúmeros aplicativos hoje que mostram exatamente o que você tem que fazer), porém não é fácil, porque exige dedicação, esforço, tempo.

Vamos então conhecer as vantagens do CLM:
1. Eles existem em maior número;
2. Existe menos concorrência disputando por ele;
3. Dessa forma você não precisa brigar tanto por preço, o que vai deixar uma margem de lucro maior para você poder investir no seu negócio (equipe, estrutura física, tecnologia, etc.).

E quais são as desvantagens do CLM?
Você vai precisar de mais técnica e energia para atingi-los.

Logo, aqui começam a existir barreiras de entrada, e quanto mais profundo você mergulhar para explorar esse iceberg, mais difíceis vão ficar as barreiras de entrada.

Agora, caso você queira atingir um número ainda maior de pessoas, vamos mergulhar ainda mais e entender o terceiro tipo de cliente.

Cliente não-motivado (CNM)
– O que faz um cliente entrar na categoria dos não-motivados?
– Ele precisa do seu produto, mas ainda não sabe que precisa;
– Ele não está procurando pelo seu produto.

Tem gente que precisa perder peso e cuidar melhor da saúde, mas não sabe que precisa. Tem gente que precisa aprender a fazer marketing, mas ainda não sabe que precisa.

Nesse caso, para cada pessoa da primeira fatia, da pontinha do iceberg (aquela que está desesperada e que todo mundo disputa) existem por volta de 50 que se enquadram no terceiro caso.

Quais as vantagens do CNM?
1. Eles estão em maior quantidade (para cada CM existem 50 CNM);
2. Nessa faixa existe ainda menos concorrência;
3. Você vai poder cobrar um preço justo pelo seu produto, aumentando assim a sua margem de lucro.

Mas assim como os clientes 1 e 2, o CNM também tem desvantagens:

Você vai precisar de ainda mais esforço, energia, paciência e técnica para atingi-lo.
Nesse caso, existe um passo a mais que você precisa fazer, que é mostrar para essas pessoas que elas precisam do seu produto.

Agora, falando por mim, quando eu descobri como fazer marketing da maneira que dá resultado, eu sempre miro nos CLM e nos CNM. Dificilmente vou disputar o CM, a não ser que ainda não tenha nenhuma concorrência lá (o que é raro).

Eu adoro falar com clientes levemente motivados ou não-motivados porque ali eu não tenho concorrência, eu posso fazer meus negócios terem uma boa margem de lucro e, sabendo as técnicas certas, eu acabo tendo resultados quase disruptivos.

Fonte: texto extraído do e-Book COMO USAR A INTERNET PARA ALAVANCAR SUAS VENDAS OU COMEÇAR UM NEGÓCIO DIGITAL 100%  DO ZERO – O GUIA DEFINITIVO, de Erico Rocha.

O conceito da “cauda longa”

Vamos voltar para os anos 80. Madonna, Prince, Michael Jackson e Bon Jovi estavam nos topos das paradas musicais e todos os jovens da época queriam ouvir os discos desses artistas. As lojas de discos não conseguiam acompanhar a demanda por essas músicas e era preciso ajustar os espaços nas prateleiras: saem os menos vendidos e entram os que garantem o sucesso da loja.

Isso é comum para qualquer comércio que trabalhe com produtos que têm muita procura, os chamados hits. Afinal, em um negócio tradicional, não faz nenhum sentido manter um produto que não “paga as contas” encostado na prateleira. Mas, quando pensamos em um negócio digital, a lógica é um pouco diferente.

Do mesmo jeito que existiam muitos jovens buscando por produtos da época, existiam aqueles que fugiam à regra. E imagine como deveria ser difícil para eles encontrar uma música ou um livro que não era conhecido popularmente. Hoje, graças à internet, essa situação mudou, principalmente quando falamos de músicas, filmes e livros. E é aí que surge um novo conceito para este mercado: o de Cauda Longa.

O termo Cauda Longa veio da estatística, mas foi aplicado ao negócio de varejo por Chris Anderson, autor do livro The Long Tail (Cauda Longa). De acordo com o autor, a porcentagem de vendas em relação aos produtos, na maioria das lojas, era de 20×80. Isso significa que 20% dos produtos eram responsáveis por 80% da receita no final do mês. Os outros 80 ficava por conta de itens que eram vendidos mensalmente ou, em alguns casos, trimestralmente ou em um maior espaço de tempo.

No seu livro, Anderson fala que, depois da internet, essa lógica mudou. A economia digital proporcionou a criação de novos mercados que, antes, seriam inimagináveis. Agora, há a democratização das ferramentas de produção, que aumentam o crescimento do número de produtores independentes; a inovação da distribuição, que reduz os custos de consumo e facilita o acesso a produtos que, antes, eram difíceis de se encontrar e, por fim, a ligação da oferta e demanda, que apresenta aos consumidores novos bens, fáceis de acessar e de comprar.

O autor conclui, então, que há muito mais nichos do que hits no mercado e os custos para atingir esses mercados estão menores a cada dia, principalmente em função da internet. Agora, é possível “vender” muito mais produtos sem que eles estejam, de fato, ocupando espaço em alguma estante. Mas, além da internet, é fundamental o investimento em ações de marketing e comunicação, principalmente aquelas focadas em um mercado digital. Afinal, não adianta ter um produto de nicho se os seus clientes não sabem que ele existe. E é a partir dessas estratégias de atração que a demanda pelos produtos de hit, isso é, dos 20% vai passar para os produtos de nicho, os outros 80%.

E não pense que isso significa menos lucro ou receita ao final do mês. Segundo Chris, todos esses nichos em conjunto podem constituir um mercado tão grande quanto o dos hits, se não maior. Embora nenhum dos nichos venda grandes quantidades, são tantos os produtos de nicho que, como um todo, podem compor um mercado capaz de rivalizar com o dos hits.

Fonte: texto extraído do e-Book NICHOS DE MERCADO – Por que você deve focar no interesse do seu público, editado pels Sambatech, em parceria com a SCOPI e Smartalk.

Nutrição de leads gerando oportunidades de vendas

Foi-se o tempo em que um profissional de marketing era capaz de entregar mensagens genéricas para uma audiência grande e ainda obter bons resultados.

Os consumidores de hoje se movem com fluidez entre diversos canais em questão de minutos. Você sabe disso, porque é um deles. Você lê o primeiro parágrafo de um blog post, faz uma busca no Google, entra em uma página do Facebook, olha as mensagens no celular, e começa tudo de novo. Então, como prender a atenção de quem você precisa para que ele se torne um cliente? Read More

Identifique os objetivos de Marketing Digital

Esse é um passo decisivo para o seu planejamento. Com base no panorama atual, defina quais são os objetivos da sua empresa para este ano.

Já preparamos alguns objetivos com base em uma extensa pesquisa com clientes e baseamos o restante deste eBook (e os exemplos da planilha) pensando nesses objetivos e no nível que sua empresa já se encontra em cada um deles. Você também pode adequar os projetos e atividades sugeridos de forma que se encaixem no seu objetivo de negócio, caso seja diferente dos sugeridos.

São eles: Read More

Faça um diagnóstico da situação da sua empresa em Marketing Digital

Para começar a planejar, é preciso primeiro olhar o panorama atual do Marketing Digital da sua empresa e analisá-lo com atenção. Nossa sugestão é começar pelo macro e depois ir para o micro.

As taxas do funil de vendas são as métricas mais importantes para o seu negócio, então comece por elas.

Para encontrar suas taxas atuais, você pode utilizar o Funil do Marketing Digital, uma ferramenta
que irá te ajudar a calcular as taxas atuais e compará-las com as taxas de mercado, como no exemplo: Read More

Como o Marketing Digital gera resultados de impacto para seu negócio

Um dos principais benefícios do Marketing Digital é que, mesmo com baixo investimento, é possível trabalhar com ações muito efetivas, que vão desde trazer mais visitantes para o site até a converter mais desses visitantes em clientes. Por isso é bastante indicado também para empresas de médio e pequeno porte que querem crescer de forma acelerada. Confira algumas das que consideramos grandes vantagens do Marketing Digital para novas empresas: Read More

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